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Militar de carreira, liderou o país em um período excepcional de crescimento e paz; causa da morte não foi divulgadaMilitar de carreira, liderou o país em um período excepcional de crescimento e paz; causa da morte não foi divulgada

Morre aos 94 anos Fidel Ramos, ex-presidente das Filipinas | Mundo | iG

O ex-presidente filipino Fidel Ramos morreu aos 94 anos de idade, no domingo (31). Ele foi uma figura importante nos protestos pró-democracia de 1986, queO ex-presidente filipino Fidel Ramos morreu aos 94 anos de idade, no domingo (31). Ele foi uma figura importante nos protestos pró-democracia de 1986, que

Ex-presidente das Filipinas morre aos 94 anos - Agora MT

O ex-presidente filipino Fidel Ramos morreu neste domingo (31), aos 94 anos. A causa da morte não foi divulgada.O ex-presidente filipino Fidel Ramos morreu neste domingo (31), aos 94 anos. A causa da morte não foi divulgada.

Fidel Ramos, ex-presidente das Filipinas, morre aos 94 anos - Portal do Marcos Santos

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O ex-presidente filipino Fidel Ramos morreu aos 94 anos de idade, no domingo (31). Ele foi uma figura importante nos protestos pró-democracia de 1986, que derrubaram a ditadura no país. O escritório presidencial das Filipinas anunciou a morte, mas as causas não foram reveladas. Ramos era um militar de alto escalão durante a ditadura do […]

Ex-presidente das Filipinas morre aos 94 anos - O MATO GROSSO

O ex-presidente filipino Fidel Ramos, que liderou o país em um período excepcional de crescimento e paz, morreu neste domingo (31) aos 94 anos, informou sua família. Este militar de carreira foi presidente entre 1992 e 1998. No momento, as causas de sua morte não foram divulgadas. A delegação da União Europeia nas Filipinas expressou suas condolências, descrevendo o falecido como um estadista dedicado e um pilar da democracia . Ramos foi o primeiro protestante a ocupar o cargo mais alto no país predominantemente católico, apesar da oposição de alguns membros da Igreja. Conhecido por sua atitude imperturbável em tempos de crise, não era incomum vê-lo mastigar tabaco em público. Fidel Ramos liderou uma campanha de planejamento familiar para conter o rápido crescimento populacional e resolveu uma grande crise de energia causada por anos de subinvestimento no setor. Também desmantelou os cartéis nos setores de telecomunicações, aviação e transporte marítimo, abrindo um período de crescimento. Além disso, foi um dos primeiros apoiadores de destaque de Rodrigo Duterte quando este se candidatou à presidência em 2016. Após a vitória esmagadora de Duterte, Ramos foi nomeado enviado especial do presidente a Pequim para aliviar as tensões sobre questões de soberania no Mar do Sul da China. Mas a relação se deteriorou rapidamente e ele passou a criticar publicamente a retórica de Duterte, sua retirada da aliança com os Estados Unidos e sua campanha antidrogas que matou milhares de pessoas. Como outros altos funcionários de sua geração, Fidel Ramos desempenhou um papel na ditadura de Ferdinand Marcos, durante a qual milhares de pessoas foram mortas e outras milhares presas arbitrariamente. No entanto, ele não hesitou, por convicção democrática, em se voltar contra ele para levar Cory Aquino ao poder em 1986.O ex-presidente filipino Fidel Ramos, que liderou o país em um período excepcional de crescimento e paz, morreu neste domingo (31) aos 94 anos, informou sua família. Este militar de carreira foi presidente entre 1992 e 1998. No momento, as causas de sua morte não foram divulgadas. A delegação da União Europeia nas Filipinas expressou suas condolências, descrevendo o falecido como um "estadista dedicado" e um "pilar da democracia". Ramos foi o primeiro protestante a ocupar o cargo mais alto no país predominantemente católico, apesar da oposição de alguns membros da Igreja. Conhecido por sua atitude imperturbável em tempos de crise, não era incomum vê-lo mastigar tabaco em público. Fidel Ramos liderou uma campanha de planejamento familiar para conter o rápido crescimento populacional e resolveu uma grande crise de energia causada por anos de subinvestimento no setor. Também desmantelou os cartéis nos setores de telecomunicações, aviação e transporte marítimo, abrindo um período de crescimento. Além disso, foi um dos primeiros apoiadores de destaque de Rodrigo Duterte quando este se candidatou à presidência em 2016. Após a vitória esmagadora de Duterte, Ramos foi nomeado enviado especial do presidente a Pequim para aliviar as tensões sobre questões de soberania no Mar do Sul da China. Mas a relação se deteriorou rapidamente e ele passou a criticar publicamente a retórica de Duterte, sua retirada da aliança com os Estados Unidos e sua campanha antidrogas que matou milhares de pessoas. Como outros altos funcionários de sua geração, Fidel Ramos desempenhou um papel na ditadura de Ferdinand Marcos, durante a qual milhares de pessoas foram mortas e outras milhares presas arbitrariamente. No entanto, ele não hesitou, por convicção democrática, em se voltar contra ele para levar Cory Aquino ao poder em 1986.

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